segunda-feira, 25 de março de 2013

FORMAÇÃO CONTINUADA - UF IV - 22 E 23/03/2013



Imagem do filme Como Estrelas Na Terra


Cena do filme Crash, no limte

Unidade Formativa IV: Juventude e Comunicação
Informação e comunicação na sociedade contemporânea e as práticas dos jovens. Reposicionamento diante das dinâmicas de inclusão e exclusão no acesso à informação e à comunicação.
APRESENTAÇÃO
A Unidade Formativa IV sugere o trabalho integrado com foco na informação e comunicação, desenvolvendo, para tanto, dinâmicas que possibilitem a inclusão do aluno do PJU no seio da sociedade contemporânea de maneira produtiva e crítica. O currículo do Projovem Urbano traz em suas dimensões “Sujeito e Conhecimento”, “Sujeito e Trabalho” e “Sujeito e Sociedade” todo um contexto socioeducacional e qualificação profissional básica que proporciona ao jovem que este exerça, efetivamente, a cidadania.

Desse modo, pensamos que seja extremamente importante aos jovens fazerem e discutirem a comunicação, uma vez que percebemos a importância e a mudança de percepção de mundo quando eles deixam de ser apenas consumidores e passam a ser produtores de comunicação. No momento em que a sociedade brasileira começa a discutir políticas de juventude e identificar sujeitos juvenis, fazer comunicação é uma possibilidade de os jovens trazerem para a cena pública seus conteúdos, olhares e questões. Um dos fatores que contribuiu para o tema entrar na pauta desta formação continuada foi o fato de percebermos a importância de “estar do outro lado” da comunicação de massa, ou seja, do lado de quem produz esta comunicação.
 Colocamos também, como pauta desta Formação Continuada com Educadores do PJU Marabá, temas relacionados à educação inclusiva, já que percebemos um interesse por parte da equipe docente com relação a assuntos mais complexos subjacentes à área psicopedagógica, tais como: Transtorno Hipercinético, Dislexia, etc. Apresentamos questionários de anamnese voltados para uma análise preliminar realizada por educadores sobre os alunos que apresentam comportamentos atípicos dos demais, bem como, estratégias simples de intervenções que podem ser realizadas em sala de aula sem alterar a rotina do trabalho pedagógico desenvolvido pela equipe docente.
Torna-se relevante ainda apresentar o resumo do trabalho de Howard Gardner, americano que desenvolveu a teoria das inteligências múltiplas, para a compreensão de que todos os indivíduos possuem suas próprias especificidades, gostos, interesses, afinidades, enfim, trata-se do respeito à diversidade como um todo, aliás, falando em diversidade, abordamos a questão da violência na sociedade moderna, com todas as suas nuances, ou seja, falamos de uma violência estrutural, muito bem discutida no livro “A sociedade da insegurança e a violência na escola”, de Flávia Schilling, reforçamos sua análise com a apresentação do filme Crash, no limite.
Dentre as dimensões do currículo do PJU expostas aqui, ressaltamos que contemplam-se nos diferentes recursos de materiais textuais e audiovisuais utilizados durante a formação continuada com educadores, como por exemplo: apresentação de filme (Crash, no limite), textos de revistas, artigos, capítulos de livro, etc.

OBJETIVOS
- Promover o senso de criticidade por parte do educador e do educando acerca da situação de insegurança vivenciada na atualidade nos países capitalistas como um todo, ampliando para tanto, o olhar sobre a violência, tirando o foco da criminalidade e despertando para outros canais sociais que desencadeiam esta violência estrutural;
- Possibilitar ao educador o manuseio com ferramentas utilizadas na psicopedagogia para avaliação preliminar de possíveis transtornos de aprendizagem que dificultam o trabalho pedagógico com o aluno;
- Conhecer metodologias de trabalho pedagógico para alunos com déficit de aprendizagem acentuado;
- Conhecer as principais características de indivíduos que apresentam o TDAH e a Dislexia;
- Conhecer o trabalho de Howard Gardner e sua teoria das inteligências múltiplas;
- Refletir sobre a era digital e a aprendizagem colaborativa, dialogando com os 4 pilares da educação proposto por Jacques Dellors;
- Conhecer uma proposta de trabalho de uma professora de Portugal que realizou um trabalho de pesquisa e produção de vídeo com seus alunos; (proposta parta PLA).

METODOLOGIA
Explanação teórica a partir do livro “A sociedade da insegurança e a violência na escola” de Flávia Schilling; entrega de capítulos do livro (3 a 4 páginas) para os educadores discutirem e socializarem (capítulos do mesmo livro, foram selecionados três).
Apresentação do filme Crash, no limite. Análise do mesmo e relação do tema com o livro discutido.
Avaliação psicopedagógica, com base na obra da Professora Ilma Mendes. (www.chafic.com.br). Fichas de anamnese. Discussão e socialização de possíveis alunos que possam apresentar algum tipo de transtorno que o impeçam de avançar nos estudos.
Apresentação em Power point da teoria de Howard Gardner.
Apresentação em Power point dos quatro pilares da educação de Jacques Dellors.
Leitura de texto “Lidar com dislexia”, de Vicente Martins.
Apresentação de vídeo do programa Fantástico sobre dislexia.
Apresentação de vídeo sobre TDAH (fantástico);
Apresentação do filme “Como estrelas na Terra”.
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Chá das Mulheres no núcleo Heloisa de Sousa Castro foi um sucesso!

Realmente o Dia Internacional da Mulher foi bastante comemorado, que coisa boa! Muitas escolas realizaram homenagens, deram presentes, relembraram as lutas necessárias para a conquista de muitos direitos que hoje em dia parecem tão simples, tão justos, porém, esta história é bem longa, cheia de percalços...
O núcleo do projovem urbano da Escola Heloisa de Sousa Castro, não deixou por menos esta data tão importante e preparou um Chá para as Mulheres regado a muita informação e também descontração.
É isso aí educadores e educadoras, parabéns pela iniciativa!




sábado, 9 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher no núcleo Paulo Umbelino



Abertura com o vídeo "Rosas" do grupo ATitude Feminina
Professora Tayane lê um poema sobre a mulher
Toinha explanou sobre a história da mulher no contexto pós revolução industrial e compartilhou suas vivências profissionais e pessoais
Etenar Rodrigues (advogada) expôs sobre os direitos das mulheres de uma geral e se aprofundou um pouco mais sobre a lei Maria da Penha
Alunas do PJU homenageiam as mulheres
Educadora Glécia lê o texto: Como satisfazer as mulheres?



Na noite de ontem (08/03/13) a equipe do projovem urbano do núcleo Paulo Umbelino (Morada Nova) preparou uma homenagem às mulheres da escola e comunidade vizinha. Organizaram uma palestra “A historia dos Direitos das Mulheres”, ministrada por Etenar Rodrigues (Direito) e pela Toinha, vereadora de nosso município. As duas palestrantes deram um show de aula ao demonstrar tamanho conhecimento sobre a temática, o público presente interagiu de forma bastante positiva.
Após a palestra, houve a apresentação de uma produção de texto realizada por algumas alunas do projovem, as quais leram o mesmo e ainda fizeram um cartaz comemorativo à data do dia da mulher.
Ao final, a professora Glécia leu um texto (segue abaixo) bem descontraído, o qual levanta a autoestima das mulheres como um todo. Esse momento foi bem “relax”, todos se soltaram um pouquinho e sorriram. A idéia era esta mesmo, descontrair!
Os educadores do núcleo também fizeram uma bonita mesa, decorada  com frutas e brindes. Ao som de uma boa música, serviram ao final um lanche para todos os presentes. Foi uma festa linda! 


COMO SATISFAZER AS MULHERES? (autor desconhecido)

ACARICIE,
MASSAGEIE,
CANTE,
SUPORTE,
ALIMENTE,
DÊ BANHO,
RIA,
SORRIA,
ESTIMULE,
CONSOLE,
ABRACE,
EXCITE,
PACIFIQUE,
PROTEJA,
SEDUZA,
LIGUE,
CORRESPONDA,
ANTECIPE,
PERDOE,
SACRIFIQUE-SE,
ASSESSORE,
MOSTRE-SE IGUAL,
FASCINE,
RESPEITE,
ENCANTE,
IGNORE,
DEFENDA-A
FAÇA PLANOS,
ENFATIZE,
FAÇA SERENATA,
AGRADE,
MIME,
MIME-A,
SE BANHE,
SE PERFUME,
BARBEI-SE POR ELA,
ELOGIE,
FAÇA UMA SURPRESA,
ACREDITE,
SANTIFIQUE-A,
AJUDE,
RECONHEÇA,
SEJA GENTIL E EDUCADO,
ATUALIZE-SE,
ACEITE,
PRESENTEI-A,
SEJA AMANTE A MODA ANTIGA,
MANDE FLORES,
ESCREVA UMA CARTA PARA ELA,
PEÇA, ESCUTE, ENTENDA, LEVE, ACALME,
MATE POR ELA,
MORRA POR ELA,
SONHE COM ELA,
PROMETA,
CUMPRA,
SE ENTREGUE,
SE COMPROMETA,
ELEVE,
ALIVIE,
SIRVA,
SALVE,
PROVE,
AGRADEÇA,
DANCE,
OLHE NOS OLHOS DELA,
DIGA QUE A AMA,
ESCOVE,
LAVE,
SEQUE,
PASSE,
DOBRE,
GUARDE,
COZINHE,
IDOLATRE,
AJOELHE-SE E...

VOLTE AO COMEÇO E FAÇA TUDO NOVAMENTE.

quinta-feira, 7 de março de 2013

NÚCLEO ESCOLA PAULO UMBELINO

Acontecerá nesta sexta-feira (08 de março) uma palestra no núcleo do projovem urbano da Escola Paulo Umbelino, localizada em Morada Nova, intitulada "A história dos direitos das mulheres", ministrada pela Bacharel em Direito, Etenar Rodrigues e a Assistente Social, Silvana Elias Brandão. Haverá a participação ainda da vereadora Toinha, representante feminina de luta no meio social e político da região, que fará uma contextualização do papel da mulher no mundo moderno.
A palestra terá início às 19:30 horas e está aberta para a comunidade local.


NÚCLEO HELOISA DE SOUZA CASTRO

A equipe do núcleo Heloisa de Souza Castro está organizando este evento para seu alunado e comunidade local. A idéia é discutir a história da luta das mulheres pela igualdade de gênero no que se refere aos direitos como um todo: trabalhista, político, econômico, enfim, contextualizar o importante papel da mulher na sociedade.
Atenção alunos, compareçam! Será bem interessante!

Parabéns à equipe! Sucesso!

domingo, 3 de março de 2013

HISTÓRIA DOS DIREITOS DA MULHER




Desde a Antiguidade até o final do século XVII, a mulher era considerada imperfeita por natureza. O "modelo do sexo único", descrito minuciosamente por Thomas Laqueur e dominante até a Revolução Francesa, situava a mulher num degrau abaixo do homem na hierarquia social. Mulheres ou "homens invertidos", ontologicamente inexistentes, impotentes como as crianças ou escravos, iniciaram sua luta por reconhecimento paralelamente aos esforços dos conservadores para justificar sua exclusão dos primórdios da cidadania moderna ocidental, porque era politicamente necessário legitimar como natural o domínio do homem sobre a mulher. A construção do indivíduo racional pela teoria liberal pretendeu excluir a mulher da sociedade civil em formação, enfatizando a dicotomia entre os sexos e a separação entre as esferas pública e privada. Em contrapartida, deu início ao discurso feminista da diferença, inaugurando uma história de resistências repleta de questões, ambivalências, tensões e desdobramentos.

A luta inicial das mulheres pela igualdade de direitos nasce pela afirmação das diferenças dando início a uma ambivalência (igualdade versus diferença) que acompanha toda a trajetória do(s) feminismo(s) e fundamenta a idéia de identidade do sujeito feminino. O direito de votar foi uma das primeiras reivindicações das feministas denominadas sufragistas que, embora excluídas da esfera pública sob domínio masculino, buscavam participar desta por meio do voto. Alegavam, principalmente, que na condição de mães e educadoras daqueles que integravam as arenas decisórias teriam, portanto, o direito de votar. A Nova Zelândia foi o primeiro país a conceder o direito ao sufrágio feminino em 1893, portanto, final do século XIX.
O SÉCULO XX é conceitualmente marcado por três correntes feministas fundamentais, fruto de questionamentos decorrentes da diversidade intra-sexo. A primeira, nos anos 1960, teve como reivindicação principal uma distribuição mais igualitária do poder por meio da idéia de igualdade de oportunidades e de condições para ambos os sexos. Denominado "Feminismo Igualitário", "Liberal" ou "Universalista" tem como princípio o pensamento liberal em que os instrumentos são a educação, o trabalho e a política para uma ação transformadora. A segunda corrente, o "Feminismo Radical", faz uma crítica à sociedade patriarcal e ao liberalismo e impera nos anos 1970.
A socióloga Francine Decarries esclarece que o uso da palavra "radical", cujo significado é aquilo que busca as "raízes", pretende abordar as desigualdades geradas nas sociedades de cunho liberal. O feminismo radical pode ser subdividido em quatro tendências, a saber: Feminismo "Materialista", "Socialista", "da Especificidade ou Autonomista" e "Lesbiano". A primeira faz uma oposição clara à "classe dos homens" como opressores; na segunda, há vínculo direto entre o capitalismo e o sistema patriarcal; a terceira se volta para a questão das mulheres na família e no trabalho doméstico e, por fim, o Feminismo Lesbiano encara o modelo heterossexual como opressor e tem na homossexualidade feminina uma opção política. As polêmicas, aproximações e distanciamentos entre os discursos dos feminismos emergentes evidenciaram a complexidade das relações de poder, a diversidade das experiências femininas e a consciência da centralidade do conceito de patriarcado nas lutas e pesquisas empreendidas no âmbito do(s) gênero(s). A socióloga Sylvia Walby defende que, além de ser um conceito descritivo e útil para a análise da dominação masculina, o "patriarcado" é um sistema que se articula com o capitalismo, porém, é autônomo. "É um sistema de estruturas e práticas sociais nas quais os homens dominam, oprimem e exploram as mulheres", define.
Nos anos 1980, as mulheres reivindicaram uma revalorização da experiência feminina ligada à maternidade e aspectos biológicos característicos das mulheres - constituindo, assim, uma terceira corrente chamada Feminismo da "Feminitude", que enfatiza, novamente, a diferença entre os sexos.
Existe no mundo contemporâneo a demanda por uma noção de cidadania mais abrangente, onde a diversidade cultural é um mote contínuo.
Referência:
CARMEM SÍLVIA MORETZSOHN ROCHA
é socióloga, mestranda em Ciências Sociais
e integrante do Núcleo de Estudos sobre
Desigualdade Contemporânea em Relações de
Gênero (NUDERG) pela Universidade Estadual
do Rio de Janeiro (UERJ)
Link: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/ESSO/Edicoes/22/artigo127779-1.asp acesso em 03/03/2013 às 19:41 hs


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO

Profissional da Educação
Em todas as épocas houve uma expectativa social em relação à escola, e ao lermos os pensamentos de homens públicos e intelectuais brasileiros do passado recente ou não, nos surpreendemos com a atualidade de seus dizeres, o que nos leva a crer que a escola raramente atendeu a estas expectativas. E o mais curioso, ainda, é que através dos tempos, a escola se manteve estável em seus conteúdos básicos, na seqüência escolar dividida em anos letivos, na organização das séries escolares anuais como unidades básicas da escola, na estrutura disciplinar e na hierarquia centrada na visão personalista de poder, na organização individual do trabalho de professores/as e em diversos outros aspectos que parecem 'naturais' à instituição escolar.



Ao trazer para a reflexão dos docentes os princípios pedagógicos da interdisciplinaridade e da contextualização, da autonomia, da diversidade e da identidade, previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais, colocamo-los diante de formas diferentes de considerar o conhecimento, a aprendizagem e o ensino. O que fundamenta tais formas são a complexidade genérica do conhecimento humano, a complexidade da realidade(1).

O investimento que um/a professor/a faz (ou deixa de fazer) em relação ao aprimoramento de sua ação docente deriva de uma concepção de formação profissional pessoal produzida por suas experiências em instituições de formação de professores, em cursos de atualização, leituras, convivência com as diferentes linguagens da arte, etc e, principalmente, com sua percepção do papel social da escola e de sua profissão.

É preciso que os/as professor/as reconheçam nas crianças e jovens a capacidade de conhecimento espontâneo, intuitivo, experimental, conhecimento cotidiano, do tipo revelado pelo aluno ou pela aluna que sabe fazer troco, mas não sabe somar os números (Shon, 1992). Significa entender a realidade social ou da natureza em sua complexidade, em seus contextos situacionais e permitir-se a perplexidade e a surpresa diante dos mundos possíveis (Bruner, 1997). É saber que a sua resposta não é a única correta, a única possível(2).

A troca com o saber dos/as alunos/as, repetidamente anunciado nas propostas e fazeres docentes se realiza, na verdade, quando os docentes desenvolvem sua acuidade para descobrir as razões que levam aqueles e aquelas que aprendem, a saber, e dizer certas coisas.

É acolher, ir em direção das crianças e dos adolescentes e caminhar com eles e elas na articulação entre o que sabem pela ação e o saber escolar. É ser um professor que desenvolve a reflexão na ação e sobre a ação docente (Shön, 1992) e, assim, se sentir impelido a sair de seu isolamento e tentar algo novo.

À medida que os professores forem desenvolvendo a capacidade reflexiva no desenvolvimento profissional – daí a necessidade de se dispor a buscar e usufruir as oportunidades de formação contínua, de vivências novas –, na luta pela dignidade social e econômica, no reconhecimento das deficiências científicas e da pobreza conceptual dos programas atuais de formação (Nóvoa, 1992: 23), na admissão da capacidade de reelaboração das propostas ou diretrizes emanadas da política educacional, vão se tornando profissionais, na acepção da palavra, no exercício da profissão docente. E mais, no dizer de Monica Gather Thurler, a escola torna-se uma organização aprendente, de reflexão–ação coletiva.

Para que a escola mude, é necessário que professores e professoras mudem sua forma de ser professor e professora, ao integrar à sua prática docente os resultados de pesquisas nos campos da epistemologia e do currículo, da psicologia e das relações entre ensino-aprendizagem que possibilitam novas formas de conhecimento, ensino e aprendizagem. A expansão do desenvolvimento profissional se realiza a partir do que cada docente já faz, da observação e reflexão sobre sua prática, da troca de experiências das quais possa extrair novos conhecimentos.

Este texto está contido no artigo Profissional da Educação: Modelos e Referências, do terceiro fascículo, entre os seis que acompanham a Série Professor Profissional composta de trinta e seis programas de vídeo de15 a 18 minutos. A Série de vídeos e os fascículos que os acompanham foram produzidos para os professores que participam do Segundo Ciclo de Estudos promovido pela Fundação Darcy Ribeiro em convênio com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, durante o ano de 2002.
A Série é dirigida para o professor, como categoria profissional. Trata de como se dá o exercício da profissão, em vários de seus aspectos. Mais é também dirigido para cada um de nós, cidadão brasileiro. Que pensamos e o que esperamos da escola e dos professores e das professoras? Este artigo é a expressão de uma corrente de pensamento. Depois de ler, escreva sua opinião, o que pensa e quais são suas expectativas da escola pública e do professor ou professora.
(1) Sobre tais fundamentos, ver LUCK, Heloísa (2000) Congresso Internacional de Educação / Livro do Congresso. Rio de Janeiro, SME e MORIN, Edgar (1999) A Cabeça bem feita. São Paulo, Cortez.
(2) Sobre essas questões, ver Programas Interdisciplinaridade, Arte e Ciência e Temas Transversais, da Série Professor Profissional (FUNDAR, 2002) e Aprendizagem Significativa, da Série Rede Geral (Secretaria Extraordinária de Programas Especiais, 1994, reeditado pela FUNDAR, em 2001).
(Fundação Darcy Ribeiro)

Link: http://www.fundar.org.br/temas/texto__3.htm - acesso em  27/02/2013 às 13:56