segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Comentários dos alunos sobre a leitura dos livros da oficina de leitura.



 


LIVRO: Vidas secas.
AUTOR: Graciliano Ramos

                         Comentário feito pelo aluno Cleiton Conceição, da sala 1, do núcleo de Morada Nova, inserido na escola Dr. Paulo Umbelino Ferreira.
                       O livro “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos é muito bom. Ele fala de uma família muito pobre que é viajante, que viaja pelo sertão e que passava muita fome, comiam o pão que o diabo amassou. Eles sofriam muito, até que um dia encontraram uma fazenda abandonada e eles se apossaram dela e as coisas começaram a melhorar, mas era por pouco tempo, porque as coisas sempre voltavam ao que era antes. Então eles decidiram plantar coisas, só que não nascia nada.
                      Essa é uma história muito triste, só que eu gostei muito, apesar de que o fim também não foi muito bom, foi mais ou menos, só que é bacana. É uma história baseada em fatos reais.



LIVRO: Diva.
AUTOR: José de Alencar

                         Comentário feito pela aluna Milsileny de Oliveira, da sala 1, do núcleo de Morada Nova, inserido na escola Dr. Paulo Umbelino Ferreira.
                      Este livro é ótimo, conta a história de um médico que cuida de uma menina doente e depois de curada ele se muda para outro país, onde passa muitos anos e depois retorna, se deparando com uma linda mulher,  não sabendo que aquela linda mulher é aquela mesma menina feia que há algum tempo atrás ele tinha cuidado. \quando ele descobre se apaixona por ela, no entanto, ela só o despreza. Bom, se você quer saber o final da história, leia o livro Diva, eu garanto que você não vai se arrepender.



LIVRO: A escrava Isaura
AUTOR: Bernardo Guimarães

   Comentário feito pela aluna Rosilda de Souza Santos, da sala 1, do núcleo de Morada Nova, inserido na escola Dr. Paulo Umbelino Ferreira.
-O livro que eu li foi o Romance A escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Isaura era uma menina escrava e filha de um branco, ex-feitor da fazenda com uma escrava negra. Ela foi criada como filha bastarda, quando o filho do dono da fazenda toma posse a vida de Isaura muda completamente, porque ele sente uma grande paixão pela escrava e quer força-la a satisfazer os seus desejos. Bernardo Guimarães mostra também a liberdade sobre a escravidão. Eu recomendo que leiam este livro porque ele é muito bom.  



 
LIVRO: GUERRA DOS MASCATES
AUTOR: JOSÉ DE ALENCAR

Comentário feito pelo aluno Antonio Gomes Leite, da sala 3, do núcleo de Morada Nova, inserido na escola Dr. Paulo Umbelino Ferreira.
    - O livro que eu li, foi Guerra dos Mascates. E então o que eu entendi foi um grande comentário sobre a Guerra dos Mascates e a história que ele conta, fala sobre uma cidade, também sobre a história de uma menina e de um garoto. E é um livro muito bom para se ler, conta várias histórias sobre guerra e poder, comenta também vários tipos de coisas. Então nesta oficina de leitura, eu comento sobre o que entendi, e para que todos os alunos da minha sala vejam o meu comentário é só dar uma olhada no blog, que com certeza estará lá o meu comentário,  espero que todos leiam e gostem, porque eu achei ótimo! E esse foi o meu comentário. Agradeço a direção da escola Paulo Umbelino, muito obrigado! Assina Antonio Gomes Leite.



 
LIVRO: Sargento Getúlio
AUTOR: João Ubaldo

Comentário feito pela aluna Nilzete M. dos Santos, da sala 2, do núcleo de Morada Nova, inserido na escola Dr. Paulo Umbelino Ferreira.
- eu gostei muito de ler sobre o livro de João Ubaldo, porque me ensinou muita coisa boa. A parte que eu mais gostei foi a do Lampião, porque ele não gostava de levar vexame e reclamava da vida que tinha de cigano, mas ele queria ser doutor mesmo assim. Ele falou que ia se aposentar, o que ele quis dizer que a água estava muito quente, na garrafa, mas ele falou que tava muito boa.  Ele gostava muito de andar com uma colher de prata no embornal e toda comida que ele comia  colocava a colher para saber se estava com veneno, se a colher de prata empretace é porque tinha veneno, ai era morte na certa para o dono da casa. Isso porque o Lampião era muito ruim e ele tinha medo de morrer. Ele era uma pessoa que gostava de matar mulheres, só porque elas tinham partes cheias de cabelos e cortava as cabeças das pessoas, pra deixar a marca no mundo desde o tempo de Adão.


 
LIVRO: Eurico, o presbítero.
AUTOR: Alexandre Herculano
  
  Comentário feito pela aluna Maria Telma Moura Freitas, da sala 1, do núcleo de Morada Nova, inserido na escola Dr. Paulo Umbelino Ferreira.
- O livro que li foi o Eurico, o presbítero. O que eu posso comentar a respeito deste livro é que o presbítero ficava situado no meio de uma povoação e era um edifício humilde, como todos os outros que ainda subsistem alevantados pelos gardas, sobre o solo da Espanha. O Eurico era o pastor da pobre paróquia de Carteia, descendente de uma antiga família Barbara, gardingo na corte de vitiza, depois de ter sido tirado do exercito visigótico.  E se você ler este livro, você vai gostar, eu garanto!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Unidade Formativa III - Formação Pará - 13 e 14/11/2012

Aconteceu nos dias 13 e 14 agora, no Soft Belém Hotel, a 3ª Etapa da Formação Continuada de Formadores referente à Unidade Formativa III. Os formadores foram Felipe Gonçalves (formado em direito, letras e mestre em teoria literária, profissional da Fundação Darcy Ribeiro - FUNDAR) e Rodrigo Marcelino (sociologia do trabalho - profissional da COPPE). Os dois formadores fizeram uma explanação acerca do eixo estruturante "O mundo do Trabalho" e dos temas integradores:
- Ser jovem: aprendendo e trabalhando.
- Ser jovem é ser consumidor?
- A violência e minha situação de trabalho.
- Direitos de trabalhador: eu tenho?
- Como meu trabalho pode prejudicar/proteger o meio ambiente.

A partir destes temas integradores foram realizadas oficinas bem interessantes e relevantes para nosso trabalho com os educadores e alunos do projovem urbano. A relação de trabalho abordada na formação apresenta conceitos bastante subjetivos e objetivos, uma vez que se entende o mesmo como uma atividade coletiva e que transforma o próprio homem,  que significa que o homem produz e cria e que, pelo trabalho, o homem se recria, se transforma e se autoproduz.

De fato, esta formação foi muito proveitosa, os nossos formadores demonstraram domínio sobre os assuntos discutidos e propriedade acerca das ferramentas pedagógicas do PJU. Foram muito bons e só temos a agradecer pelo conhecimento que adquirimos juntos.. Obrigada!

Rodrigo Marcelino
Felipe Gonçalves

NOSSA CIDADE MARABÁ



A cidade de Marabá é complexa, composta de muitas riquezas e ao mesmo tempo tem um alto índice de pobreza, é repleta de paisagens exuberantes, pois é cortada por dois rios, Tocantins e Itacaiúnas, que juntam a cinco complexos urbanos, cada um com sua beleza e característica própria.
            Os jovens de Marabá ficam felizes quando os rios secam deixando dunas de areia com características de praia, onde estes jovens têm a oportunidade de se banhar nos rios, de reunir os amigos, jogar voleibol, futebol, enfim, a diversão é visível no olhar dos banhistas marabaenses, bem como, no olhar dos  inúmeros visitantes.
Nesse período do ano, quando os rios secam, o comércio e os trabalhadores das feiras livres também ganham mais dinheiro, já que as compras aumentam bastante, os turistas complementam a renda da cidade. Cidade essa que  é rica em matérias primas, com várias  empresas, inclusive, temos algumas empresas com nível internacional e isso atrai muitos imigrantes, formando assim, uma cultura diversificada.
Contudo, apesar do “dinheiro andar” por Marabá, existem pessoas muito pobres, algumas são terrivelmente miseráveis, aqui existem inúmeros moradores de rua, crianças trabalhando nas feiras, muitas delas até deixam de frequentar a escola. O custo de vida nessa linda cidade é alto , o que dificulta ainda mais a vida das pessoas que ganham pouco. Além disso, quando os rios enchem, embora  a natureza fique mais estonteante, todas as regiões próximas dos rios inundam, e consequentemente alaga as casas de centenas de famílias dessas regiões, as pessoas ficam desabrigadas, sem ter nem o que comer , nem vestir , nem calçar.
Talvez isso ocorra devido a cidade ter crescido em dimensão territorial  e em população rapidamente, mas  a infra estrutura não cresceu na mesma velocidade .  E talvez  existam tantas pessoas em situação de extrema pobreza, justamente pela oportunidade que as mesmas não tiveram para estudar e adquirir conhecimento suficiente para conquistar um bom emprego, muitos delas não terminaram nem o ensino fundamental, sem falar dos indivíduos analfabetos.
Existem muitos imigrantes, a maioria veio do nordeste do Brasil para a cidade de Marabá em busca de um emprego melhor, mas não eram capacitados o suficiente e acabaram como trabalhadores braçais das empresas, dos comércios ou como trabalhadores domésticos. Há aqueles que não conseguiram nenhum emprego e se juntaram às centenas de marabaenses desempregados. Porém, nosso povo é otimista, com  um sorriso no rosto, é muito acolhedor e acredita que tudo vai melhorar , porque Marabá  só tende a crescer economicamente.
A cidade é formada com cinco complexos urbanos: Marabá Pioneira; Nova Marabá; Morada Nova; São Felix; e Cidade Nova, ou seja, são subconjuntos do conjunto: Cidade de Marabá. Em outras palavras temos:
M =      Marabá      Conjunto
SC=   Marabá Pioneira, Nova Marabá, Morada Nova, São Felix; e Cidade Nova  Subconjunto
            Em cada uma dessas subcidades ( Subconjunto da cidade de Marabá ),  há o seu próprio comércio,  sua cultura  e adota um tipo de localização. Na Nova Marabá, por exemplo, é adotado o sistema de Folhas, dentro de cada Folha temos as Quadras, que representam os quarteirões e o Lote é a substituição dos números das casas. Essas Folhas, Quadras e Lotes são representados por números, o que exige  um pouco de conhecimento matemático. Por exemplo: Luís mora na Folha 28, Quadra 09, Lote 02, Nova Marabá, Marabá-PA.
             Portanto, temos uma cidade complexa, com uma cultura diversificada, composta de pessoas que vem de varias outras cidades, mas no final as pessoas se entendem e acreditam que Marabá vai melhorar, falta só  um pouco mais de investimentos voltados para as políticas públicas, e ainda, que as crianças e os jovens tenham a oportunidade de estudar,  se capacitar. Torcemos para  que estes cidadãos agarrem e aproveitem estas  oportunidades, até  porque, acreditamos que  só seremos melhores com a educação .

Queila do Socorro de Lima Amorim: Professora de Matemática do Projovem Urbano – Marabá
Graduada na Universidade Federal do Pará – UFPA
E mail: queyllinha2009@hotmail.com

 Leonardo Diniz : Professor de Matemática do Projovem Urbano- Marabá
Graduando na Universidade Federal do Pará
E mail: Leonardodinizufpa@hotmail.com